O CUSTO SOCIAL DO NON-COMPLIANCE

Paul McNulty imortalizou o axioma “If you think Compliance is expensive, try non-Compliance”.

Não se pode assegurar que se a Petrobras já possuísse um programa sério e hígido de Compliance, antes da Lava Jato, os casos de corrupção não ocorreriam.

Não obstante, com relativa tranquilidade, podemos inferir que, houvesse um programa há mais tempo naquela empresa, os casos de corrupção, certamente, teriam sido detectados há muito mais tempo, e seus efeitos seriam infinitamente menores.

O não-Compliance na Petrobras gerou este gigantesco passivo social, na cidade de Itaboraí, vitimando-se toda a sociedade daquele município, como se observa da matéria jornalística.

“Comperj: com obra parada e desemprego, Itaboraí fecha mais de 700 lojas e vê violência crescer
Segundo levantamento, desde a paralisação de megaprojeto da Petrobras em 2015, comércio na cidade do RJ enfraqueceu, e valor dos imóveis caiu quase pela metade – enquanto a ocorrência de crimes aumenta.

A interrupção das obras do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) em 2015 levou a cidade de Itaboraí, na Região Metropolitana, a uma situação de decadência econômica e de aumento da violência.
A atividade comercial despencou quase pela metade, e mais de 700 lojas fecharam. O mercado imobiliário esfriou, e os preços dos imóveis caíram quase 45% nos últimos 3 anos.”

Leia a matéria completa acessando o link:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/comperj-com-obra-parada-e-desemprego-itaborai-fecha-mais-de-700-lojas-e-ve-violencia-crescer.ghtml

(fonte G1).
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